Nesta altura do ano, tem vindo a haver muito frio, chuva, neve, etc. Isto tem obrigado a que se tenham de comprar mais aquecedores, mas enfim... Nestas altura temos de nos agasalhar pois se não ficamos com frio... Na rua há pessoas que morrem com o frio, porque não têm casa, por isso temos de aproveitar enquanto temos todos estes benefícios. Bem escrevo esta poesia com conselhos para resistir ao frio:
Frio, frio e mais frio estão a chegar Então temos que nos agasalhar As mãos e pés também não são excepção Isto de nos agasalhar é uma obrigação
Se não nos agasalharmos frio vamos passar Com um bom agasalho, um bom descanso vamos ganhar Mas isto do frio ainda está a começar Porque de cobertores ainda vamos falar
Bem com cobertores, ninguém vai ter frio, Bem agarradinhos a um cobertor, com o frio que está nem vai sentir calor Com o cobertor e tudo mais frio não vai existir mais
Com cobertores, agasalhos e tudo mais Frio para nós não vai existir, Não é a que neve nos vai afectar Porque na nossa casa ela não vai entrar
As aulas já começaram, para uns são uma coisa nova, para outros não. Com isto tudo temos de estudar, mas também um pouco brincar nos intervalos. Temos de aproveitar para no futuro ter uma boa profissão. Podem contar com mais histórias. E que tal irmos a mais uma poesia? Vamos lá:
O começo das aulas
As aulas já começaram Os testes estão a chegar Temos de que começar a estudar Para o ano não chumbar
A escola já chegou Com os amigos vamos brincar Mas para que é que a escola servia? Se não fosse para estudar
Mais um ano de alegria Com todas as animações Vamos todos estudar Já é tempo de trabalhar
Agora, o ano lectivo está a chegar ao fim. Com isso tudo, há as fichas de avaliação mais importantes, que são a fonte de passagem para o próximo ano. Eu vou passar para o 5ºano, mas para isso tenho de estudar, para poder passar de ano. Também com o final do ano vem a despedida, dos colegas, etc. Faço esta poesia sobre isso tudo:
Com o final do ano A despedida do ano a chegar Fichas de avaliação novas Para saber se vamos passar
Mas com tudo isso Alguns anos em despedida Vão ter muitas saudades Da turma que sentiram
Mas novos companheiros vão ter Uma nova escola a chegar Novas regras a disputar Uma vida nova a chegar
Mas agora a sério Vamos estudar Porque senão Nem este ano vamos passar
Era uma vez um menino chamado Gilberto com uma deficiência, que era a surdez. Ele teve de aprender língua gestual para poder comunicar com as outras pessoas.
Ele tinha uma vida normal, e tinha dois amigos chamados Tejo e Lourenço com a mesma deficiência que ele. Ambos os amigos, sabiam falar língua gestual, e conversavam muito. Tinham boas notas e eram bons alunos.
Mas um dia no parque, uns meninos de 10 anos disseram em língua gestual aos três amigos para fazer uma corrida de canoas. Pode ser amanhã às 6:00h da tarde. Os três amigos até fizeram logo o gesto a dizer que sim, mas com muito medo.
No dia seguinte encontraram-se á porta da escola, almoçaram e estava quase na hora de ir para a corrida de canoas.
Às 5:30h saíram e foram buscar a canoa do pai do Gilberto. Foram á garagem e tiraram a canoa com cuidado. Saíram eram quase seis horas.
Quando chegaram os meninos de 10 anos já lá estavam. Os meninos disseram:
-Vamos lá a ver quem vai ganhar, dizia um dos meninos com muita confiança em si mesmo.
A corrida iniciou-se, e logo a seguir o Gilberto e os amigos começaram ir á frente na corrida.
De repente os meninos de 10 anos com tanta velocidade caíram da canoa, e começaram a afogar-se, mas felizmente o Gilberto e os amigos sabiam nadar e salvaram-nos mesmo a tempo.
Quando saíram da água os meninos de 10 anos ficaram todos calados e a pensar:
-Fomos salvos por meninos deficientes.
Os meninos de 10 anos foram-se embora.
Os amigos despediram-se uns dos outros, e foram-se embora também. Mas antes o Gilberto agarrou nas duas canoas ensopadas de água e deu aos meninos de dez anos.
E levou a sua canoa. Foi para casa e entregou a canoa ao pai. E contou-lhe a aventura que fizera naquela corrida. O pai disse:
- Cá para mim esses meninos nunca mais vão gozar com meninos como tu – fez o pai os gestos para dizer aquelas coisas. Em casa dos meninos eles não paravam de pensar que foram vencidos por miúdos com deficiências.
O Gilberto ficou contente por ter vencido os meninos de 10 anos, mas ele não contou ao outro menino que tinha um peixe na camisola.
No dia seguinte foi para a escola e os meninos de 10 anos estavam lá á porta, e deram aos três amigos um cartão de amizade, que dizia que mesmo com uma deficiência, conseguiam fazer o mesmo que os outros.
Os meninos foram para as aulas e o Gilberto, foi mostrar o cartão á professora.
A professora disse aos alunos uma lição “ Lá porque um menino tem umadeficiência não quer dizer que não faça o mesmo que os outros” E toda a gente ficou com aquela lição na cabeça.